domingo, 26 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Militantes paraenses pela redemocratização do Brasil reúnem dia 10 no Bar do Parque
No próximo sábado (10/12) os velhos companheiros vão se encontrar no Bar do Parque, a partir das 16 horas, para depoimentos, gravações, recolha de fotos, para um DVD e um Livro sobre o período de retomada das lutas democráticas que ajudaram a derrotar a ditadura militar aqui no Pará.
O livro conterá entrevistas e verbetes contando curiosidades, com a inventividade e o bom humor daqueles que se dispuseram a reorganizar o movimento estudantil, sindical e popular paraense.
Você saberá, por exemplo, como os lutadores daquela época faziam os panfletos em mimeógrafo a álcool para divulgar as idéias de organização. Vamos relembrar pessoas das organizações de apoio como o Gileno, o Padre João Maria, Carlos Bordalo, o uso da Gráfica Salesiana para imprimir jornais. E a goma de tapioca que era usada para colar cartazes, lembram? As histórias de pichações, algumas picantes. A demissão de toda diretoria da Associação dos Professores - APEPa, e líderes como a professora Ermelinda Garcia e a professora Venize Rodrigues.
Um capítulo para João Marques, Paulo Fonteles, Humberto Cunha, Ademir Andrade, Gabriel Guerreiro, Romero Ximenes, será que rola?
E quem eram os estudantes que iam a Livraria Jinkings pegar alguns livros revolucionários com a complacência do dono, o grande dirigente comunista Raimundo Jinkings? Quem pulou roleta? Quem fez greve na Faculdade? Quem lembra do CACO?
Histórias de dor, sofrimento. Outras nem tanto, mas também muito interessantes, como a da prisão dos estudantes do Alicerce da Juventude Socialista e os embates destes com seus advogados de defesa, dentre eles os Drs. José Maria Quadros de Alencar e José Carlos Castro.
Os dirigentes dos trabalhadores rurais também terão espaço e histórias para contar. Quem lembra do Gatão (Atanagildo de Deus Matos)? O Geraldo Pastana, os Ganzer, os Pelosos e o Lamparina, alguém lembra disso?
Não vamos deixar morrer a nossa história. Compareça no dia 10.12, às 16hs, no Bar do Parque e leve sua contribuição, viu, Alberdam Batista! Estamos esperando.
(Fonte: Zé Carlos Lima, com modificações do blog)
http://zecarlosdopv.blogspot.com )
Postado por
Ana Célia Pinheiro
A Perereca da Vizinha: Militantes paraenses pela redemocratização do Bras...:
No próximo sábado (10/12) os velhos companheiros vão se encontrar no
Bar do Parque, a partir das 16 horas, para depoimentos, gravaçõe...domingo, 27 de novembro de 2011
é a política que decide o que você come - o analfabeto político
Bertold Brecht, duas poesias e uma só mensagem:
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão,
do peixe,
da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e
estufa o peito dizendo que odeia
a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política
nasce a prostituta,
o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
Precisamos De Você
lê nos olhos - aprende
a ler jornais, aprende:
a verdade pensa
com tua cabeça.
Faça perguntas sem medo
não te convenças sozinho
mas vejas com teus olhos.
Se não descobriu por si
na verdade não descobriu.
Confere tudo ponto
por ponto - afinal
você faz parte de tudo,
também vai no barco,
"aí pagar o pato, vai
pegar no leme um dia.
Aponte o dedo, pergunta
que é isso? Como foi
parar aí? Por que?
Você faz parte de tudo.
Aprende, não perde nada
das discussões, do silêncio.
Esteja sempre aprendendo
por nós e por você.
Você não será ouvinte
diante da discussão,
não será cogumelo
de sombras e bastidores,
não será cenário
para nossa ação
domingo, 28 de agosto de 2011
Mi viejo faz aniversário
No dia 5 de setembro, Raimundo Jinkings faria 84 anos e estaria lutando pelas nossas conquistas democráticas e rumo ao socialismo.
Mi Viejo, de Piero
Es un buen tipo mi viejo
Que anda solo y esperando
Tiene la tristeza larga
De tanto venir andando
Yo lo miro desed lejos
Pero somos tan distintos
Es que crecio con el siglo
Con tranvia y vino tinto
Viejo mi querido viejo
Ahora ya caminas lerdo
Como perdonando el viento
Yo soy tu sangre mi viejo
Soy tu silencio y tu tiempo
El tiene los ojos buenos
Y una figura pesada
La edad se le vino encima
Sin carnaval ni comparsa
Yo tengo los anos nuevos
Y el hombre los anos viejos
El dolor lo lleva dentro
Y tiene historias sin tiempo
Viejo, mi querido viejo
Ahora ya caminas lerdo
Como perdonando el viento
Yo soy tu sangre mi viejo yo
Soy tu silencio y tu tiempo
Yo soy tu sangre mi viejo yo
Soy tu silencio y tu tiempo
.
Piero nasceu na Itália e foi, ainda criança, para Argentina. É bolivariano e libertário. A música acima é de 1969. Há outras tão sensíveis e belas como essa, mas "Mi Viejo" parece ter sido feita para o papai.
Mi Viejo, de Piero
Es un buen tipo mi viejo
Que anda solo y esperando
Tiene la tristeza larga
De tanto venir andando
Yo lo miro desed lejos
Pero somos tan distintos
Es que crecio con el siglo
Con tranvia y vino tinto
Viejo mi querido viejo
Ahora ya caminas lerdo
Como perdonando el viento
Yo soy tu sangre mi viejo
Soy tu silencio y tu tiempo
El tiene los ojos buenos
Y una figura pesada
La edad se le vino encima
Sin carnaval ni comparsa
Yo tengo los anos nuevos
Y el hombre los anos viejos
El dolor lo lleva dentro
Y tiene historias sin tiempo
Viejo, mi querido viejo
Ahora ya caminas lerdo
Como perdonando el viento
Yo soy tu sangre mi viejo yo
Soy tu silencio y tu tiempo
Yo soy tu sangre mi viejo yo
Soy tu silencio y tu tiempo
.
Piero nasceu na Itália e foi, ainda criança, para Argentina. É bolivariano e libertário. A música acima é de 1969. Há outras tão sensíveis e belas como essa, mas "Mi Viejo" parece ter sido feita para o papai.
domingo, 26 de junho de 2011
Olha o dia de ontem chegando
A presença da música na resistência à ditadura. "Pesadelo" é uma das mais impactantes na época e ainda hoje. Abaixo, a belíssima letra de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós e também a interpretação pelo MPB4, quem gravou nos anos 60, driblando a repressão.
PESADELO
Quando o muro separa uma ponte une
Se a vingança encara, o remorso pune
Você vem me agarra, alguém vem me solta
Você vai na marra, ela um dia volta
E se a força é tua ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte
Olha o dia de ontem chegando
Que medo você tem de nós, olha aí
Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto
De repente, olha eu de novo
Perturbando a paz, exigindo troco
Vamos por aí eu e meu cachorro
Olha um verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que medo você tem de nós, olha aí
O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade guardiã
O braço do Cristo, horizonte,
Abraça o dia de amanhã
PESADELO
Quando o muro separa uma ponte une
Se a vingança encara, o remorso pune
Você vem me agarra, alguém vem me solta
Você vai na marra, ela um dia volta
E se a força é tua ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte
Olha o dia de ontem chegando
Que medo você tem de nós, olha aí
Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto
De repente, olha eu de novo
Perturbando a paz, exigindo troco
Vamos por aí eu e meu cachorro
Olha um verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que medo você tem de nós, olha aí
O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade guardiã
O braço do Cristo, horizonte,
Abraça o dia de amanhã
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A LIVRARIA JINKINGS
A Livraria Jinkings, fundada por RAJinkings, em 1965, considerada a livraria mais importante do Norte e Nordeste. Em 1994, Raimundo Jinkings foi eleito nacionalmente como Livreiro do Ano. Fecha as portas, em 2010, após 45 anos, reconhecida a sua importância pela intelectualidade paraense. Muitos expõe nos espaços disponíveis a sua gratidão a Raimundo Jinkings.
Deixe seu depoimento aqui, por meio do comentário, ou envie email.
Aqui você tem acesso ao Blog da Livraria Jinkings, memória da Livraria e da loja virtual desenvolvida pela Dinâmica. Além de pioneira, a jinkings.com.br se destaca pela interatividade com o leitor e, com anos à frente, extrapolando o comercio de livros e oferecendo serviços e informações, joguinhos, sugestões, livros inteiros virtuais para as crianças da Livrariazinha, lendas amazônicas, enfim.
por Cassio Barbosa Sader disse...
Ivana, Leila,
Parabéns!
Emocionante!
Sigamos pelos novos caminhos, com a mesma força!
Beijo, Cassio.
3 de julho de 2010 21:09
por Cassio Barbosa Sader disse...
Ivana, Leila,
Parabéns!
Emocionante!
Sigamos pelos novos caminhos, com a mesma força!
Beijo, Cassio.
3 de julho de 2010 21:09
Muito lindo e emocionante, Leila.
Um beijo.
Emir
- Vladimir Cunha disse...
- O filho do rato Alejandro Jodorowsky é o cara. Eu tinha uns nove anos quando meu pai me levou à livraria Jinkings e disse para eu escolher o que quisesse. Fui direto à sessão de quadrinhos. Em plena Ditadura, o velho Jinkings contrabandeava livros de esquerda em meio a caixas de insuspeitos quadrinhos europeus publicados em Portugal. O cara tinha as manhas. Enfiava traduções em espanhol e português de livros do Marx, Engels, Trostky e Mao no meio de álbuns de gente como Moebius, Druillet, Phillipe Caza, Enki Bilal, Quino, Palomo, Plantu e outros grandes nomes das HQs do Velho Mundo. Meu pai comprava os Marx e companhia. Eu ficava com os quadrinhos. Coisa que, aliás, fez eu desenvolver um dialeto meio esquisito com o passar do tempo de tanto ler histórias naquele português estranho. Foi numa dessas idas à livraria do Jinkings que peguei para folhear um álbum de capa amarela: O Incal Negro - Uma Aventura de John Difool. Não fazia idéia do que era um Incal, mas o livro vinha com o nome de Moebius na capa, que eu curtia das séries Tenente Blueberry e A Garagem Hermética. Foi o suficiente para levá-lo para a casa. E junto com Moebius acabei levando também Alejandro Jodorowsky. As coisas nunca mais foram as mesmas. íntegra aqui: http://raimundojinkings.blogspot.com/2007/11/camuflagem.html
25 de junho de 2010 12:33
-
Lauande disse... - (...) Como amigo do Jinkings e militante comunista, luto com milhares democratas constantemente para garantir o respeito às opiniões contrárias e fortalecimento da democracia, o melhor regime entre todos. Que atitudes de prepotência e práticas ditatoriais fiquem apenas nos livros de história e nunca mais se repitam em nossa terra. E muitas saudades do meu amigo e camarada Jinkings!!! Aquele abraço, Lauande. http://raimundojinkings.blogspot.com/2007/11/lauande-homenageia-jinkings.html
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Isa disse... - Raimundo Antônio da Costa Jinkings nasceu, em 05 de setembro de 1927, no que era na época um pequeno povoado, Curumim distrito do município de Santa Helena, banhado pelo rio Turiaçu, no Maranhão. Teve infância pobre, trabalhou desde menino, aprendeu diversos ofícios enquanto aprendia, com o pai, as primeiras letras. Mal entrava na adolescência quando, na sua avidez de saber, em meio aos pertences de seu pai, descobriu e leu o livro do filósofo alemão Schopenhauer, “As dores do mundo”. Estranho e inexplicável: através de que meios teria ido parar Schopenhauer naquele cantinho do mundo?. Aquela leitura foi o prenúncio de um vida que, toda ela, seria dedicada a lutar exatamente contra as dores do mundo, contra a injustiça, pela liberdade. Sua paixão pela liberdade o conduziu ao Socialismo. Esse texto foi postado por Isa Jinkings no sítio da Livraria Jinkings. (www.jinkings.com.br, temporariamente fora da rede). Um dos primeiros sites de livraria no Brasil, criado no início dos anos 1990.
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Odilardo disse... - Caríssimos! Parabenizo-os pela inovação, criatividade, compromisso como o saber/fazer na área fundamental para a expressão da liberdade/dignidade da pessoa humana e seu ambiente: o livro e a manifestação cultural!... Muito belo com o iniciar-se dos pequerruchos! O "velho", permitam-me o tratamento (é solene e deslumbrado) não é lição, mas semente, sim, que ressurge em cada um que, de alguma forma, sente a livraria e faz dela um eterno caminhar, prazeroso e combativo. Sua história representa, sim, "aquele que é indispensável", da cantiga heróica de Brecht. O conheci, altivo, numa das celas contígua na qual eu me encontrava com outros companheiros, principalmente os históricos, do quartel do Batalhão de Selva aqui de Macapá, nos idos negros do Médici. Eu era estudante e me iniciava no radiojornalismo da Diocese, focada na teologia da libertação. Depois conheci a Fortaleza de Macapá e o Forte do Castelo. Ali mesmo, ele transparecia o combatente lúcido e generoso. Fico grato e entusiasmado com a correspondência de vocês, mais uma vez parabéns e aguardo segurar o relacionamento. Breve falarei sobre um projeto biblioteca - BIBLIOL, que estamos montando para socializar o acervo de nossa pequena biblioteca pessoal, a partir de atividades sócio-culturais. Muito grato. Odilardo Lima E-mail recebido em 02/junho/2002.
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BOLETIM HSLIBERAL disse... - AOS CAROS EDITORES DO BLOG RAIMUNDO JINKINGS MINHAS CONGRATULAÇÕES PELA ATUALIZAÇÃO GRÁFICA E PELA MATÉRIA SOBRE A LIVRARIA JINKINGS. FRUTO DÂ EXEMPLAR HISTÓRIA DE LUTAS DO SEU PATRONO CUJO FOCO SEMPRE FOI O FUTURO. O NOVO FORMATO PERMITE PARTICIPAÇÃO DOS LEITORES E MERECE MAIOR DIVULAGAÇÃO. SAUDAÇÕES.
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Bertelli disse... - From: Bertelli To: Lista_Bertelli Mailing List Sent: Friday, June 25, 2010 8:21 AM Subject: [Lista_Bertelli] - Livraria Jinkings Prezados: uma homenagem cheia de alegria e, ao mesmo tempo, com um grande pesar. Mais uma que fecha.É uma pena. Todavia, cumpriu um importante e belo papel. Camarada Raimundo Jinkings, presente!!! Saudações. Bertelli
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Aline de Mello Brandão disse... - (...) Partilhando a liberdade. Belém do Pará, saudosa, Trouxe à tua casa, a Poesia Revestindo a livraria Com uma luz preciosa Que tua alma talentosa Com clareza, construiu. Teus cabelos prateados, glorioso camarada Ornam a foto emoldurada Lembrando os sons soletrados Do coração com teu povo, Com tuas gentes, Raimundo. Não trago nada de novo: Velho carinho bem fundo E um punhado de sins No poema sem festins. Jinkings, Raimundo, livreiro, Acendi o candeeiro A teu nome, companheiro E assino a data: janeiro Início de calendário, Véspera de aniversário De Belém, como convém. Muitos devem muito a ti À tua luta madura À derradeira ternura Forjando da noite escura A certeza que se aclara E que o verbo escancara. Vivos, erguemos a voz Trazendo a garganta aberta E a memória bem desperta Nesta ciranda veloz Nesta ciranda de paz Nesta ciranda que faz Nesta ciranda que traz A liberdade até nós.
Euvaldo Cotinguiba Gomes disse: "Olá todos,
Infelizmente temos que ler e escutar asneiras de pessoas totalmente (ig)norantes sobre a realidade de mercado em que nos encontramos, triste ler argumentos relacionados a preços e modernização quando se discute o encerramento de uma atividade como a dos pequenos livreiros espalhados pelo Brasil. A realidade de fechamento de livrarias pelo Brasil vem acontecendo há anos e somente os mais resistentes tem aguentado a situação a que estamos impostos. As grandes redes concedem descontos porque exigem dos editores descontos exorbitantes, impõem ao mercado um preço de capa distorcido, pois exigem daqueles que se sujeitam a lhes fornecer descontos mínimos em torno de 50% a 60% para que possam financiar sua disputa de mercado desleal com os pequenos, temos de 20% a 40% no máximo. Como competiremos se temos situações tão diferentes? Como podemos disputar com quem tem seus negócios financiados por grandes bancos nacionais enquanto não conseguimos créditos mínimos para o fluxo de caixa se quer? Como enfrentaremos a ditadura do mercado e dos "best books" feitos para vender milhões e emburrecerem cada vez mais os desavisados que os lêem?
Abraços aos resistentes da Jinkings"
Comentário postado em 29/06 Terça-feira às 11:03h
Raimundo Costa disse: Comentário postado em 24/06 Quinta-feira às 16:23h "É realmente uma pena para Belém, a Jinkings fechar. Eles fizeram uma reforma e até abriram (acho que no ano passado ou em 2008) um belíssimo e romântico café, onde faziam uns saraus literários muito interessantes, que frequentei umas três ou quatro vezes. Enfim, tentaram... Mas o público prefere mesmo é comprar porcarias; os livros - e a cultura - ficam sempre em último plano.
A Jinkings vai fazer falta, se fechar mesmo.
Comentário postado em 24/06 Quinta-feira às 16:23h
" Julio Baptista disse: Comentário postado em 23/06 Quarta-feira às 19:46h "Uma pena a Livraria Jinkings fechar. Como D. Isa disse, gerações se alimentaram dos livros, que eram generosamente parcelados. Uma pena que as livrarias tradicionais, criadas por intelectuais importantes como o Jinkings, tenham dado lugar aos supermercados repletos de bobagens. A Jinkings ficará para a história, os oportunistas passarão, lembrando o poeta Mario Quintana. Saudações, dona Isa!"
Comentário postado em 23/06 Quarta-feira às 19:46h
Fábio disse: Comentário postado em 20/06 Domingo às 10:46h
"É realmente triste ver que um pedaço de nossa hstória se vai. Outras boas livrarias infelizmente não resistiram aos novos tempos como a Nossa Livraria e a Ponto e Vírgula onde sempre encontrávamos mais que os livros, os amigos que também tinham o mesmo (bom) vício da leitura. Lembro-me da vanguarda da livraria Jinkings que me proporcionou adquirir livros de Engenharia de origem russa escritos em língua espanhola e tantos outros livros que ainda me acompanham até hoje. Já fui por lá neste período de desconto salvar alguns amigos (livros) deste destino triste. Agradeço, em nome dos apaixonados pela leitura em Belem, à Dona Isa e ao Seu Raimundo Jinkings pela vida de dedicação a esta causa nobre.
leia mais aqui
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Fafá de Belém entoa com emoção "VERMELHO"
A toada Vermelho, do Boi de Parintis, em apresentação emocionante de Fafá de Belém.
Encontrei este vídeo em entrevista de Fafá, no blog Catujaleno.
É a cara do Raimundo Jinkings. Quando estourou o sucesso, muitos pensaram ser uma homenagem a ele, que morrera meses antes, ainda em 1995. Obrigado, Fafá.
domingo, 6 de junho de 2010
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